O projeto nasce do encontro de artistas ribeirãopretanos, Michelle Maria e Flávio Racy da Cia. A DitaCuja, Thais Foresto da Cia. Tertúlia e Michel Masson da Cia. Abrindo Portas de Dança e Liliane Freitas do grupo Maracatu Navegante que se reuniram no desejo de construir um espetáculo em conjunto. Os artistas vem de diferentes grupos e linguagens de Ribeirão Preto, com suas temáticas e pesquisas próprias e visualizam neste projeto um caminho para expor a arte e a poesia através do olhar que se depararam neste encontro.

Com o andamento do projeto, outros artistas vieram dar sua contribuição para o trabalho: Liliane Freitas que assumiu a contrarregragem e execução de efeitos especiais, Kerem Apuk na execução da trilha sonora, Camila Kerr colaborando na trilha sonora, André Cruz compartilhando sua experiência em artes marciais e Zezé Cherubini na concepção e produção do figurino.

O espetáculo nasce único, singelo e possibilitando aos envolvidos um encontro de anseios artísticos. Ele aborda a força arquetípica do feminino e as várias energias que envolvem o gênero, em sua essência.

Concebido para dialogar  com o público sobre o universo feminino, em um momento que pede por uma mudança de olhar sobre o tema, “Efêmeras” se coloca sem travas, sem malícia, sem amarras ou pudores. Tendo o cotidiano como fio condutor, aborda de forma atemporal e universal situações que, ao mesmo tempo, se contrapõem às relações humanas do mundo moderno e desnudam a alma selvagem feminina.

Além de ter seus integrantes como co-autores do projeto, a Cia A DitaCuja também é a responsável pela produção executiva do espetáculo.