Willi in propriedade

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A peça conta a história de Willi, uma mulher menina que sobrevive.   Resultado de pesquisa sobre o universo das mulheres que vivenciam a sexualidade como ofício e como necessidade nas ruas de Ribeirão Preto e sites do estado de São Paulo.

Em lembranças e desejos, Willi preparara-se para o ofício. Entre maquiar-se e vestir-se, ela visita sua memória, momentos da infância, seu ofício e principalmente, ser mulher.

A menina que cresceu sob os olhos da irmã mais velha, famosa entre os trabalhadores da ferrovia da pequena cidade, conheceu a vida das mulheres expostas.

Vivendo um cotidiano onde os homens vem e vão, intensos ou repulsivos mas sempre diversos e nunca presentes. Willi, observa o futuro e se descobre resignada com o caminho que assumiu.

Embarcar na sua história, nos faz visitar a condição feminina em toda a história, seus tormentos e seus alentos, e a necessidade de perceber a posição em que se encontra entre o ser Willi e ser mulher.

O texto original Willi in propriedade de autoria da Cia. A DitaCuja e Letícia Andrade foi inspirado livremente na peça Essa propriedade está condenada de Tennessee Williams e histórias reais do universo da prostituição.

Em lembranças e desejos, Willi preparara-se para o ofício. Se veste e visita suas memórias…a infância, o nome de menino, sua falecida irmã,seu ofício, ser mulher.

Em suas palavras, desenha a inocência de menina, compartilha seus desejos de mulher  e rabisca seu destino, que sempre a faz retornar à sua casa onde tudo inicia e termina todos os dias, sua propriedade condenada.

Gênero: Drama

Modalidade: Teatro performático

Duração: 60 minutos

Classificação: 16 anos. Conteúdo impróprio para menores de 16 anos. Tema sexualidade

Atuação: Michelle Maria

Direção: Flávio Racy

Dramaturgia: Letícia Andrade

Preparação de Elenco: Fausto Ribeiro

Cenografia: Flávio Racy

Figurinos: Zezé Cherubini e Michelle Maria

Sonoplastia: Claire Jézequél

Edição de som: Francis Wiermann

Iluminação: Giba Freitas

Maquiagem: Michelle Maria

Operador de luz e som: Flávio Racy

Programação visual: Flávio Racy

Fotografia e edição de imagem: Grupo Luz

Produção executiva: Flávio Racy

Realização: Cia. A DitaCuja

Estreia do espetáculo no dia 11/05/2012 no SESC Ribeirão Preto

Maio/2012 – Apresentações na Casa das Artes

Junho/2012 – Apresentações no Telhado Cultural Engasga Gato

Junho/2012 – Apresentações no Memorial da Classe Operária

Julho/2012 – Apresentações no Teatro Ribeirão em Cena – Ribeirão Preto/SP

Julho/2012 – Teatro Municipal de Serrana

Agosto/2012 – Casa das Artes – Ribeirão Preto/SP

Setembro/2012 – Mostra de Teatro Gira-sola – Ribeirão Preto/SP

Outubro/2012 – Temporada na Casa das Artes – Ribeirão Preto/SP

Outubro/2012 – Coletivo Capitu/USP Ribeirão Preto

Novembro/2012 – Panorama 016-3º Festival Nacional de Ribeirão Preto/SP

Abril/2013 – Associação Cultural de Batatais/SP

Maio e Junho/2013 – Temporada na Casa das Artes – Ribeirão Preto/SP

Março/2014 – Apresentações no Teatro Ribeirão em Cena – Ribeirão Preto/SP

Abril/2014 – Teatro Contadores de Mentira – Suzano/SP

Abril/2014 – Espaço Tecelagem – Jacareí/SP

Junho/2014– SeVira/Virada Cultural Independente – Ribeirão Preto/SP

Agosto/2014 – Mostra Opereta – Poá/RP

Agosto/2014 – Magdalenas 3ª Geração – Jundiaí/SP

Setembro/2014 – Convidada da Mostra Gira-sola – Ribeirão Preto/SP

Março e Abril/2015 – Temporada na Casa das Artes – Ribeirão Preto/SP

Mario/2016 – Apresentação no Espaço Palhaçaria S/A – Ribeirão Preto/SP

Abril a Agosto/2016 – Apresentações na Casa das Artes – Ribeirão Preto/SP

Novembro/2016 – Apresentação no Espaço Beco Cultural – Ribeirão Preto/SP

Março/2017 – Apresentações na Casa das Artes – Ribeirão Preto/SP

Abril/2017 – Teatro Municipal de Bebedouro – Bebedouro/SP

Maio/2017 – Encontro de Arte e Cultura Mulheres Rio Acima – Ribeirão Preto/SP